Depois de acessar a internet pra ver eventuais confirmações, desconfirmações, Marcílio recebe um telefonema de Simone que dizia já estar a caminho. Na hora marcada, os dois se encontram na praça da bandeira, asssim como combinado na comunidade, esperam por mais alguém que eventualmente aparecesse, esperam em vão. Também na hora marcada (na verdade com um atraso mínimo) partem para a rodoviária velha e peguam o ônibus com destino a Esperança.
No meio da conversa, no ônibus já perto de Esperança, Marcílio conta a Simone que havia visitado p rio Mamanguape, o Pinga, juntamente com Auricélio, sua esposa e filha, no início da semana, o que despertou a idéia de “transferir” a celebração para lá. Assim que nos encontramos com Auricélio, a idéia foi confirmada e rumamos devolta para Lagoa Seca, afinal de contas, os custos, caso a celebarção fosse no Pinga, também seriam mais baratos (só éramos 3, 3 viu?). Marcílio desiste de levar seu violino , as bagangens “extras” são deixadas na casa de Marcílio e o trio ruma para as corredeiras do Mamanguape. Após um percuso, marcado por dores “bundais” ocasionadas pela equação “buraco+banco de moto”, os 3 alcançam o vau do rio e atravessam rumo a subida da colina imensa.
Depois de um percursso “exaustivo”, são recompensados pela belíssima visão das corredeiras e das colinas. Ao chegarem no local, uma enorme e plana pedra, antes da primeira cachoeira (havia cerca de 5 pessoas que tomavam banho “timidamente” na cachoeira), se organizaram e realizaram uma limpeza, no sentido literal do termo, nas águas do rio. Depois o rito se iniciou, apesar de certa dose de improvisação e ‘pressa’ (tinhámos hora marcada: 17:30hs, onde um mototáxi de Lagoa Seca estaria nos esperando num ponto marcado) tiveram ótimos augúrios. Depois da sesão de fotos (confiram algumas na página de Eventos, e o restante nos orkuts de Simone e Auricélio), se organizaram e partiram, assim como sol que se retirava no horizonte. Incrivelmente, conseguiram chegar na hora marcado no local marcado (o mototáxi não estava lá), quando pensavam em alternativas para retornarem, o mototáxi chega, e cerca de 18:20hs todos já tomavam seus rumos.
Marcílio disse basicamente tudo nesse pequeno relato. Até as partes cômicas da ‘dores “bundais” ocasionadas pela equação “buraco+banco de moto”’(e bota dor nisso!) e a dos banhistas “tímidos”(prefiro não comentar!)
blessed be!!!