RELATO
Depois de muitas desconfirmações, umas justificadas, outras evidentimente mal-justificadas e outras não, que apenas mostraram, de certa forma, a valia de uns e a fraqueza de outros, ruma Marcílio, saindo de Lagoa Seca, à praça da bandeira onde chega às 12:35hs. As 13:00hs segue para a rodoviária, após a confirmação de Thaynã e o não comparecimento de nenhum campinense. Saiu de Campina Grande as 13:15hs, no mesmo ônibus Thaynã subiu em Lagoa Seca e rumaram para Esperança. Lá chegando encontraram Auricélio, conforme o combinado, foram fazer umas compras necessárias e acertaram o frete com um dono de uma caravan. Seguiram ao sítio, que não era tão perto assim, e lá chegaram cerca de 14:45hs. O sítio, com uma paisagem característica do curimataú, rico em plantações de milho e feijão que disputavam cada palmo de terra cultivado. Pitombeiras, Pinheiras, Cajueiros e dois magníficos Umbuzeiros na frente do terreiro da casa. O pessoal organizou seus pertences na casa e logo improvisaram um altar em frente a casa e a um Umbuzeiro. Organizaram e realizaram os preparativos nescessários, após algumas considerações sobre ‘técnicas de limpeza’, e começaram o rito. A liturgia, uma vez considerada a minoria de druidistas (apenas Marcílio) e maioria de wiccanianos (Thaynã e Auricélio), teve uma tendência wiccaniana evidente.
O ritual foi simples, abençoado por chuvas passageiras, ventos brandos e depois por um sol ameno. Terminou cerca de 16:15hs e foi seguido por oferendas as entidades do local e da casa. As 16:40hs estavam já esperando o carro fretado, que não apareceu (sorte que não haviam pago!) e seguiram a pé. A certa altura, conseguiram um transporte (foi cogitado uma carroça de burro que seguia na frente…) que ia na direção de Esperança, e logo chegaram na cidade. Thaynã e Mercílio despediram-se de Auricélio e pegaram o ônibus para Lagoa Seca. Chegaram lá as 17:50hs aproximadamente.